RODA VIVA










é desta que ele sobe.

mas é mais certo o vinho.


agostinho da silva ainda não nasceu




_______agostinho
à solta_____________________________

da silva_______



agostinho da silva

________________ 1906 _ 1996 - Filósofo / Poeta / Ensaísta

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Não me preocupa no que penso nem a originalidade nem a coerência. Quanto à primeira, tudo aquilo com que concordo passa a ser meu — ou já meu era e ainda se me não tinha revelado. A minha originalidade está só, porventura, na digestão que faço. Pelo que respeita à coerência, bem me rala; o que penso ou escrevo hoje é do eu de hoje; o de amanhã é livre de, a partir de hoje, ter sua trajectória própria e sua meta particular. Mas, se quiserem pôr-me assinatura que notário reconheça, dirão que tenho a coerência do incoerente e a originalidade de não me importar nada com isso Pensamento em Farmácia de Província, 1 [1977], in Textos e Ensaios Filosóficos II




manipulação da imagem de saudosista do futuro.
o video em baixo é o trailer do
documentário
«Agostinho da Silva - um pensamento vivo»,
e tudo o resto são resquícios dele,
que ainda nem nasceu e já mexeu
tão fundo com humani/
portugali
- DADE.












azul e branco (dois corações. uma cor)



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design saudosistadofuturo /// título: sara do avesso no peito



quantos dedos têm quatro mãos?



A Brief Foray Into Amateur Lesbian Pornography BY LIZ ARMSTRONG /// ILLUSTRATION BY NICK GAZIN


às vezes é só isto.











design aqui da casa saudosista do futuro. texturas alheias e música de tom waits, "russian dance"
.


suculento salto por dentro



há uma luz intuitiva a recortar-te

da paisagem de gelo.







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é o peso do corpo contra a amálgama

de sensações por fora dele.







design e palavra da casa saudosista do futuro. a música é de billie holiday e o video de andrew hung.

o sexo dissimulado da cidade vermelha




4 ao alto4 ao alto_desfocadoPhotobucket



trago preso aos olhos encardidos esse lugar onde nos extinguimos voluntariamente, e de onde voltamos renovados e já sem os braços-musgo e pernas trepadeira. somos de dormir de olhos abertos. de sacudir o pó dos dias com o nariz atómico e de acreditarmos, à dimensão da nossa periferia, que as cores todas são insuficientes para pintar esse quadro que nos traduza. e continuamos sorrateiros a imprimir pequenas variações à-cor-primitiva-de-nós.

AQUI




acordado até mais tarde e acontece que em mim é tudo sono e espasmo




às vezes é preciso avacalhar

outras vezes não. mas a hora é propícia. o amor anda mais seguro e o mundo ento(rn)a de improviso os seus sons muito colados ao corpo do incêndio. consegues ouvIR?::::::::::::::::::::::::::::::?::::::::::::::::::::::::::::::?::::::::::::::::::::::::::::::



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há uns tempos chamei-lhe
"cinema nOVO".



:
:



ela pergunta-lhe num som
inaudível e demasiado expressivo:




- quanto tempo tens para amar?





(...)



e na sua cabeça
soa ainda e mais presente

a palavra espaçosa
TANTO.




breaking the waves - lars von trier



o traço e a palavra são a pretexto de um tal saudosismo do futuro condensado na mesma amalgama de onde bebo de um trago o que é bom de beber e também letal.




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era ela que o dizia. e ele não duvidou nunca. era o olhar a expressá-lo na dimensão dos seus mil sentidos. ambos sentados por dentro um do outro. ambos (RE)sentidos do amor e os seus recantos de tanta ruptura e encontro.

Minha foto
PORTO (ilha de Tuvalu)
........................gra(')f.ico.ismo.onola.......... demasiado colado à palavra para ser uma outra coisa que não isto. utopia de mim, abismos da imagem arrancada e digerida.

arquivo saudosista

devaneios, impressões, reflexos disto e afins

a fotografia vista por tanta gente


o outro blog mais do corpo
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